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Laser pode substituir o uso das canetas de alta e baixa rotação – Pesquisa abre nova perspectiva para o tratamento de idosos

Estudos comprovam eficácia do laser na prevenção e tratamento de cáries Através de testes laboratoriais e clínicos, pesquisadores da Faculdade de Odontologia da USP de Ribeirão Preto têm conseguido ótimos resultados com a utilização do laser na prevenção e tratamento de cáries dentárias. A intenção é que se possa substituir em determinadas situações a caneta …

Estudos comprovam eficácia do laser na prevenção e tratamento de cáries

Através de testes laboratoriais e clínicos, pesquisadores da Faculdade de Odontologia da USP de Ribeirão Preto têm conseguido ótimos resultados com a utilização do laser na prevenção e tratamento de cáries dentárias. A intenção é que se possa substituir em determinadas situações a caneta de alta rotação (conhecida popularmente como “motorzinho”) e a broca, como alternativa menos invasiva e com melhores resultados, nos casos onde existe a indicação.

A coordenadora do projeto, Regina Dibb, observa que a recorrência de cáries é maior quando utilizados os métodos convencionais, já que ocorrem pequenas “rachaduras” na superfície do dente, o que facilita a instalação de novas cáries; o material aplicado para a restauração tradicional também pode ser dispensado nessa nova modalidade. O laser tem ainda a vantagem de ser menos incômodo para o paciente, já que não é necessária a aplicação de anestesia na ocasião do procedimento e evita-se o ruído e vibração típicos da caneta de alta rotação.

O laser já tem sido utilizado na prevenção de cáries – a aplicação, nessa modalidade, deve ser refeita, idealmente, a cada seis meses; no entanto, seu uso para tratamento nos consultórios odontológicos ainda deve demorar algum tempo, já que os aparelhos testados em laboratório ainda não foram liberados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O próximo passo, segundo os responsáveis pela pesquisa, é testar o laser em tratamentos de cáries de raiz em adultos e idosos, os principais afetados por esse tipo de problema.

O estudo traz resultados promissores na área de prevenção, em particular nos pacientes especiais e idosos que tem maiores dificuldades na higienização e tratamento dentários.

Para saber mais:

Globo Notícias

Notícias r7

Zero Hora

Por Anamaria Kaiser

Revisado por Liliana Junqueira de P. Donatelli

Liliana Junqueira de P. Donatelli

Liliana Junqueira de P. Donatelli

Bióloga, Mestre em Saúde Coletiva, Coordenadora do Projeto Biossegurança em Odontologia, e mais recentemente do Projeto Biossegurança Beauty& Body Art, ambos patrocinados pela Cristófoli. Já ministrou mais de 500 palestras sobre o tema Biossegurança em Saúde e participa ativamente de entidades dedicadas ao Controle de Infecção em Saúde e Interesse à Saúde. É consultora em Biossegurança em Saúde da Cristófoli.

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